O desenvolvimento da planta, a partir da estaca pode ser dividido em 5 fases fisiológicas. A presença e a duração da cada fase estão na dependência dos fatores ambientais, culturais e genéticos.
Fase 1: Brotação das estacas: aparecimento de raízes na região dos nós e na extremidade basal das estacas, a partir do quinto dia após o plantio. Os primeiros talos surgem logo após, seguidos por pequenas folhas (10-12 dias após o plantio). A fase completa-se 15 dias após o plantio. Durante a primeira semana após o plantio da estaca, ela perde peso seco devido à intensa respiração, mobilização e utilização de suas reservas. Durante a segunda semana se inicia a germinação e alongamento das gemas axilares e se forma um calo na superfície do corte do extremo inferior da estava. Na terceira semana se inicia o desenvolvimento das raízes que brotam tanto do calo formado como dos internódios e das gemas.
Fase 2: Crescimento e desenvolvimento: As folhas verdadeiras são expandidas após 30 DAP, quando ocorre o início do processo fotossintético (até então a maniva supria). Prossegue a formação de novas raízes absorventes, com maior capacidade de penetração no solo (40 a 50 cm). A fase dura de 70 a 80 dias. Grande parte das reservas das estacas é mobilizada para a formação dos ramos e folhas. Ao contrário, o crescimento do sistema radicular é lento.
Fase 3: Desenvolvimento da parte aérea, ramificação e definição do porte da cultivar. As folhas alcançam a expansão máxima após 2 semanas do início do seu desenvolvimento e duram na planta cerca de 60 a 120 dias. As folhas novas totalmente expandidas vão se tornando maiores até os quatro meses de idade da planta e menores, a partir dessa idade. Essa fase tem a duração aproximada de 90 dias. Entre 70 e 90 dias a planta inicia o processo de tuberização (dependendo da cultivar). Nesta fase há redução no crescimento da parte aérea e intensificação do acúmulo de matéria seca nas raízes.
Fase 4: Engrossamento das raízes de reserva: intensifica-se a translocação de carboidratos das folhas para as raízes, onde se acumulam sob a forma de amido. 2 a 3 meses após o plantio, as raízes de reserva começam a representar uma parcela considerável da massa total da planta. Dura em média 5 meses e coincide também com o processo de lignificação dos ramos da planta.
Fase 5: Fase de repouso: a taxa de emissão foliar começa a diminuir e a taxa de queda de folhas por senescência aumenta, reduzindo a área foliar total (oscilação de temperatura ou seca durante o ano acentuam a característica). Com essa fase a planta completa um ciclo de 9 a 12 meses, após o qual começa um novo período de atividade vegetativa, acumulação de matéria seca nas raízes e um novo repouso. Topo
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Fase 2: Crescimento e desenvolvimento: As folhas verdadeiras são expandidas após 30 DAP, quando ocorre o início do processo fotossintético (até então a maniva supria). Prossegue a formação de novas raízes absorventes, com maior capacidade de penetração no solo (40 a 50 cm). A fase dura de 70 a 80 dias. Grande parte das reservas das estacas é mobilizada para a formação dos ramos e folhas. Ao contrário, o crescimento do sistema radicular é lento.
Fase 3: Desenvolvimento da parte aérea, ramificação e definição do porte da cultivar. As folhas alcançam a expansão máxima após 2 semanas do início do seu desenvolvimento e duram na planta cerca de 60 a 120 dias. As folhas novas totalmente expandidas vão se tornando maiores até os quatro meses de idade da planta e menores, a partir dessa idade. Essa fase tem a duração aproximada de 90 dias. Entre 70 e 90 dias a planta inicia o processo de tuberização (dependendo da cultivar). Nesta fase há redução no crescimento da parte aérea e intensificação do acúmulo de matéria seca nas raízes.
Fase 4: Engrossamento das raízes de reserva: intensifica-se a translocação de carboidratos das folhas para as raízes, onde se acumulam sob a forma de amido. 2 a 3 meses após o plantio, as raízes de reserva começam a representar uma parcela considerável da massa total da planta. Dura em média 5 meses e coincide também com o processo de lignificação dos ramos da planta.
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